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Paula e seus animais

18/04/2008 GMT 1

OS ANIMAIS

paula19 @ 21:21

A NATUREZA E A ULTIMA Q VAI MORRER
E POR ISSO EU VOU FAZER ESTE NIRE
BLOG SER O DESTAQUE DA NET
OS ANIMAIS SÃO E DEVEM SER BEM TRATADOS
ELES SÃO IGUAL A VC ELE DEVE SER BEM TRATADO
TIPOS:

CACHORROS

GATO

GALINHA

PATO

E TODOS!!!!

Comentários

Comentários(25) »

  1. Planeta que chora
    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    Reflito sobre a vida
    sobre o mundo rotativo
    do universo exuberante
    da beleza do ser pensante
    do mundo mágico criativo
    É o solo, é a existência roída
    de um planeta que chora, exaurido.
    De uma fumaça de gás cumprimido
    De um berço que faz sentido.
    De uma paisagem destruida
    que teimo em desfrutar
    a reta um ponto vai ficar
    o fim, o começo a externar
    O espaço a gritar
    O ambiente somente?
    A água ?
    A selva?
    O mar ?
    E nós humanos ?
    O planeta chora
    A inteligência ignora?
    Onde iremos morar?
    sem terra, sem piso, sem ar
    sem fogo, sem água, sem mar?
    por que a poluição ?
    o farelo da destruição
    O lixo cultural ?
    O rio é um esgoto
    O mar está morto
    O ar é aborto
    de quem quer abortar,
    assim, volto ao pó
    não tem reciclagem
    é uma viagem,
    mas viajo só?

    Luiz Domingos de Luna | 31-05-2008 - 03:46:59 GMT 1 #

  2. A Emancipação da Tigresinha

    Luiz Domingos de Luna
    WWW.REVISTAAURORA.COM

    Na caverna do grito
    A pura opressão
    À serviço do cão
    Vida em conflito

    Corrente de aço
    Freio da civilização
    Da beleza – a punição
    Da suavidade - o pedaço

    Poder de coação
    Infligindo ao belo
    Um mundo em farelo
    Não tem emoção

    Força da maldade
    Criaste a ferida
    A gaiola trazida
    Leveza sem liberdade

    Passiva e paciente
    Um mundo a voar
    Na tela a quebrar
    A emoção consciente

    Planeta continuado
    Ao futuro povoar
    Nos grilhões a chorar
    O caminho trincado

    Semente da preservação
    Maltratada e dolorida
    Julgada e oprimida
    Não tem solução

    A Lutar no tempo
    Vencer o preconceito
    Um simples direito
    No véu do tormento

    Casa e guerra
    Que nunca termina
    Luta genuína
    O silêncio encerra

    Abri sutileza – a mordaça
    Deixa passar
    Precisa caminhar
    Liberdade da fumaça

    A dona do tempo
    Forma nova geração
    Para que opressão
    Tigresinha – O momento

    Luiz Domingos de Luna | 31-05-2008 - 03:49:04 GMT 1 #

  3. O Poder
    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaurora.com

    Força de ação
    Do bem ou do mal
    Ponto temporal
    Sociedade –Ligação

    Da visão conjunta
    O desenvolvimento
    Luz do talento
    Liga que betuma

    Da visão individual
    Dor que atormenta
    A sociedade lamenta
    O cheiro do mal

    Sem o deslumbre
    Compromisso na mão
    Povo, cidade, nação
    Sol, luz, vaga-lume

    Quando o ego se projeta
    Nasce o tirano
    Não existe humano
    Cinza que inquieta

    A sociedade agonizada
    Ferida cambaleante
    A certeza do errante
    Civilização estagnada

    O poder é entre
    Espaço tempo
    Luta a todo O Momento
    Entre, saia, sempre.

    Luiz Domingos de Luna | 31-05-2008 - 03:50:08 GMT 1 #

  4. Mundo Global

    Luiz Domingos de Luna

    Sinto-me confortado
    Postando minhas poesias
    Uma oportunidade a cada dia
    Neste mundo globalizado
    Contrato bem firmado
    A comunicação presente
    Pessoa, cidadão - Gente.
    Conhecimento pulverizado
    Imprensa solidificada
    A informação percorre o planeta
    Girando o globo como uma carrapeta
    Num estado a demarcar fronteiras
    Em parceria, em fileiras.
    A humanidade está segura
    A democracia empurra
    Para o mundo libertar
    Uma existência que teima em
    Chocar, a beleza do ser humano.
    Ao espaço contemplar
    Fonte: http://oglobo.globo.com/servicos/blog/comentarios.asp?t=nosso_planeta&cod_Post=108198

    Luiz Domingos de Luna | 28-06-2008 - 00:04:46 GMT 1 #

  5. Aos Seres Humanos

    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    Quebrando correntes
    No tempo a passar
    Mistérios a desvendar
    A todo o momento

    Se tudo fosse diferente
    Teria o ser humano
    O pensar, um plano.
    Da existência presente

    Que show arriscado
    De um palco sem fim
    O infinito vem a mim
    Ou já foi programado

    Tanta existência
    Quem vai usufruir
    O tempo destruir
    Ou há consistência

    A Vida acompanha
    As etapas da curva
    Existe uma luva
    De potência tamanha

    Controlar o processo
    De toda imensidão
    É plenitude da razão
    Ou pensamento, ao inverso.

    É do ser humano obrigação
    Conhecer todo o infinito
    Ou existe um conflito
    Buscando interrogação?

    Já não é chegado
    A hora de saber
    Do universo o porquê ?
    Na existência - postado.

    Luiz Domingos de Luna | 29-06-2008 - 04:17:11 GMT 1 #

  6. O professor Luiz Domingos de Luna aceita a postagem de seus trabalhos em todos veículos que difundam a arte leterária, sem a necessária autorização do autor, porém, é vedado quaisquer contato com o autor, visto seus trabalhos serem postados para o engrandecimento da epistemologia genética da humanidade. Busque na web- Luiz Domingos de Luna- e faça sua postagem, caso goste das poesias.

    Luiz Domingos de Luna | 01-07-2008 - 14:50:35 GMT 1 #

  7. Entre Colunas

    Luiz Domingos de Luna
    www. Revistaaurora.com

    Entre nascimento e morte
    Pego o meu passaporte
    Numa vida a bailar
    Dos dois pontos faço linha
    Numa estrada que caminha
    Na sorte ou no azar
    Entre colunas eu fico
    Sempre a caminhar
    Não pode ter acidente
    Senão quebra a corrente
    Já não posso respirar
    Uma reta esticada
    Cada passo, uma pisada
    Tenho que controlar
    Não posso sair do prumo
    Ou então um tombo
    Para me derrubar
    Do útero para cova
    Uma vida se renova
    Cheirando interrogação
    No meio das ampulhetas
    Viro pó, sombra e chão.
    Ou larva de borboleta
    Uma vida nova nasce
    É uma transformação ?

    Luiz Domingos de Luna | 03-07-2008 - 04:24:59 GMT 1 #

  8. A Fábrica de Universos
    Luiz Domingos de Luna

    Os bósons são inteligentes
    Escondidos em outra dimensão.
    Por que tanta precaução
    É um ato consciente?

    A ciência está na cola
    Graças à matéria escura
    Que dificulta a procura
    Confunde o eixo da mola

    Choque de matéria e luz
    Curvado no infinito
    São partículas de granito
    Ou mistério da órbita conduz?

    Esta imantação é problema
    Dependência de uma ditadura
    Da energia e da matéria escura
    Um cárcere privado com algema

    Iluminados - O que fará
    Com o bóson aprisionado
    Um mistério bem guardado
    Ou ao humano entregará?

    A Quem interessa?
    Uma fábrica de universo
    Os paralelos diversos
    Para que tanta pressa

    Um universo precisa
    De um planejamento
    Senão o novo engole a gente
    Seja humano ou não
    Tudo vai para o ralo do nada
    Cadê a inteligência em projeção
    A Consciência e a razão
    Virou tudo fragmento
    Não basta o pensamento
    No túnel do tempo
    Numa vida a bailar

    Luiz Domingos de Luna | 05-07-2008 - 20:38:27 GMT 1 #

  9. A Tela de Compostela
    Luiz Domingos de Luna
    http://www.revistaaurora.com
    Matéria no corpo diluída
    O Espírito a chama clarear
    Contorno de tudo a acentuar
    O Equilíbrio da alma indefinida
    A estrada da poeira percorrida
    O Peso da história a carregar
    Andarilhos pelo mundo a vagar
    Corpo dilacerado, carne dolorida.
    Busca da grande interrogação
    Indagação ao humano, toda hora.
    Pergunta sem resposta, que aflora.
    Na caminhada, da caminhada - a imensidão
    A fadiga corrói o corpo fraco
    Na tela do ferro a rasgar
    O corpo humano a sangrar
    Na busca da infinitude do aço
    Em pedaços a matéria a chorar
    Clamando o grande encontro
    É o homem, é o outro, é o espanto
    Que no final tem que juntar
    Carregando em um só corpo o mistério
    Destes fragmentos em um só “eu” aglutinar.
    Fonte: http://mesquita.blog.br/luiz-domingos-de-luna

    Luiz Domingos de Luna | 14-07-2008 - 16:31:25 GMT 1 #

  10. Nome: Luiz Domingos de Luna - 15/7/2008 - 11:58
    Sou grato a quem acessa este site:http://oglobo.globo.com/servicos/blog/comentarios.asp?t=nosso_planeta&cod_Post=108198 e posta minhas poesias neste espaço, pois a verdadeira amizade espiritual é aquela que une a massa humana no bem estar da coletividade, pois, se recebemos um mundo injusto não é justo repassá-lo para as as futuras gerações. Os seres humanos são muito atrelados ao espaço físico corporal, não sabem estes, que sem este corpo mortal, seríamos eternos na magia espiritual que está no "toque" de construir a epistemologia genética da humanidade.-Sem contato, Conto com você, caro leitor, na difusão de meus trabalhos literários.

    Luiz Domingos de Luna | 15-07-2008 - 16:03:03 GMT 1 #

  11. Novas postagens poéticas

    Luiz Domingos de Luna | 17-07-2008 - 00:00:09 GMT 1 #

  12. Espaço de luz!

    Luiz Domingos de Luna

    Uma idéia nasceu
    Percorreu o espaço
    Sinto o que faço
    Já não sou eu

    A obra que rola
    Na esfera social
    No arremate final
    Parece uma bola

    Cada chute uma pancada
    -O Público já analisou
    Pois, ele é sempre o senhor.
    Da obra que foi criada.

    Estrada corrente de dor
    Cada letra uma pisada
    Toda linha esmagada
    Na lógica do leitor

    O Conjunto é uma esfera
    De vértice quebrado
    Ou tem giro acelerado
    Ou o motor emperra

    Passar no crivo social
    Num filtro bem condensado
    Na página, tela, lixo ou lado.
    O Poema tem seu final.

    Site: www.revistaaurora.com

    Luiz Domingos de Luna | 24-07-2008 - 17:20:25 GMT 1 #

  13. A Miragem
    Luiz Domingos de Luna

    É muito fácil observar
    A presilha dos seres humanos
    Sentidos, prazeres, desenganos.
    Uma paisagem a embelezar

    Tudo parece um sonho
    Emoções sentimentos
    Um corpo lançado ao vento
    Na busca de um mundo risonho

    Cada um num carrossel a girar
    O filme da vida pontuando
    O Futuro ao presente ocupando
    O Passado a história registrar

    A maquina humana em movimento
    Os líquidos internos em plena ação
    Uma desordem que vai parar-Pena
    Deixar a cadeira, para outro ocupar.
    É um show com tempo determinado
    É Viver plenamente a emoção?
    É A razão e emoção conjuntamente
    Ou o grande parque da Ilusão ?

    Luiz Domingos de Luna | 08-08-2008 - 23:40:19 GMT 1 #

  14. A Busca

    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    A Alma humana a buscar
    A todo e qualquer momento
    É uma força ou um sentimento
    Que nunca pode parar

    É incrível o aprimoramento
    Que precisa aprimorar
    O pensamento a vagar
    Em um novo firmamento

    Seja qual for à maneira
    Tem que modificar
    Pois está no DNA
    É uma seqüência inteira

    Tudo a repensar
    Nada está concluído
    É como um fluido
    Em constante derramar

    Talvez o eixo da dúvida
    Esta procura, enfim.
    Nada tem um fim
    É o sentido da vida

    Parar um instante
    Isso nem pensar
    A busca sempre a buscar
    É uma corrente andante.
    Aonde vamos chegar?

    Luiz Domingos de Luna | 11-08-2008 - 23:12:12 GMT 1 #

  15. Aurora, uma janela para o céu

    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    Pedi permissão ao tempo
    Nas asas do pensamento
    Voando vai minha ilusão
    Pelos caminhos obscuros

    Da minha história esquecida
    Momentos de vida vivida
    Na mais linda sedução,
    Pois ainda em tenra idade

    Deixei minha cidade na construção do meu futuro,
    Sonhei, lutei, na selva humana,
    ganhei o meu troféu de herói,
    construi minha cabana tenho o meu transporte
    meu trabalho é o suporte da minha vitória suada,

    Neste pais eu andei, ralar como eu ralei, lutar como eu lutei dia e noite, noite e dia, busquei no íntimo de minha alma, a estabilidade sonhada
    Na poeira de uma estrada que ainda hoje percorro.
    Hoje vivo nas metrópoles, nos mais diversos lugares,

    Adquiri meu espaço com a força da determinação do aço,
    Já me vi em pedaços, mas hoje a minha força é a vitória do que faço.
    Consegui o que queria numa luta bem renhida,
    Luta que se renova no amanhecer a cada dia.

    Sou um aurorense firme, tenho a minha própria história
    Na janela da memória vivo a minha própria emoção
    Em ver minha querida cidade respirar o hálito oxigenado,
    Que ao mundo me trouxe a luz, na grandeza do momento,

    Em meu apartamento a lembrança me seduz,
    Do rio salgado, as cachoeiras, na beleza de nossa feira,
    Do caldo de cana ao aluar, da tapioca ao beiju
    Do melaço da rapadura ao canto do sabiá,

    Naquelas noites estreladas os fogos, reisado,
    O apito do trem, as missas bem demoradas,
    As renovações bem tiradas, as serenatas cantadas.
    De manhã a passarada num canto de louvação.

    Aquelas horas batidas no sino bem compassado, era sinal de finados,
    Ou o repique tocado de um anjinho que ao céu subiu,
    Todos para a ABA numa inocência fecunda
    Tinha quadrilha, arrasta pé, ao som de uma vitrola, era uma festa junina,

    Tinha bandeira, tinha roça, tinha quermesse, e quadrilha, broa de milho, quebra-queixo, pão de ló, tinha desfile.
    Nesta janela, eu vivo o tempo que não passou, pois ser aurorense é preservar a sua história.

    Guardar no canto da memória o seu lindo e singelo amor,
    Um amor a toda hora, que em todos nós aflora o cheiro forte e polido

    Fonte:http://www.folhadocariri.com.br/colunas/JoseEdson.htm

    Luiz Domingos de Luna | 12-08-2008 - 16:52:24 GMT 1 #

  16. A Construção do Eu

    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    A cada dose um contentamento
    De uma vida a apreciar
    Numa escala a determinar
    O tipo de comportamento

    Uns a forma o juramento
    Outros a matéria a clamar
    E os da alma a cantar
    A voz do ego o pensamento

    São corpos dobrados ao vento
    Na dimensão do espaço
    O intelecto de aço
    A fazer questionamento

    Um mundo a semente
    Sem depender da paisagem
    É sempre uma passagem
    Do corpo, alma e mente.

    Qual vetor determinante
    Dos três fragmentos
    Uma vida de argumentos
    Na matéria, o mundo dominante.

    São vidas alinhamentos
    Em linhas determinadas
    Cada qual em sua estrada
    O Viver a cada momento

    Ou tem que somar tudo
    Provar a dose em separado
    De um mundo agrupado
    A cada gosto um fel dobrado
    Ou o brilho do mel achado
    De um novo ser em movimento.

    Luiz Domingos de Luna | 16-08-2008 - 03:49:10 GMT 1 #

  17. O Vazio

    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    O Vazio não pode ter nada
    Se tiver algo, ele está ausente.
    Na plena ausência está presente
    Antes do ponto ou depois da disparada?

    O Vazio não pode ser conceituado
    A Noção que se tem é dogmatizada
    A ausência é a presença do não chegado
    O Vazio não tem uma lógica estruturada

    O Vazio não pode ser preenchido
    Preencheu o vazio, ele sumiu.
    Sumiu-se, ele nunca existiu.
    O Vazio está escondido?

    O Vazio quebra a existência
    Quebra a matéria e o tempo
    Não pode ter momento
    Existe no cosmo? Ou na inteligência?

    Como encontrar o vazio?
    A existência toma seu espaço
    Ou ela está em pedaços
    A ausência de tudo. Quem já viu?

    O Nada absoluto. Plena Garantia
    Sem buraco negro, sem quasares.
    Sem o avesso da matéria
    Sem o avesso da energia
    Sem átomos, sem moléculas.
    Sem luz, sem escuridão.
    Um vazio perfeito
    A ausência da existência
    A Luz da criação!

    Luiz Domingos de Luna | 25-08-2008 - 22:42:22 GMT 1 #

  18. Paraíso

    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    Conversei com Eva
    Lá no paraíso
    Não tinha sorriso
    Parecia tristonha
    Não tinha vergonha
    Buscava liberdade
    Não tinha saudade
    Então lhe indaguei
    Qual a dor do seu grito?
    Viver em conflito
    Passar ou não?
    Para a próxima geração.

    Luiz Domingos de Luna | 08-09-2008 - 18:12:37 GMT 1 #

  19. Passos

    Luiz Domingos de Luna
    Procurar na web

    Passos que passo
    Passos que vem
    Passos do além
    Não sei o que faço

    É como um compasso
    De um tempo passado
    Já foi um chamado
    Na imensidão do espaço

    Ouvi um grito
    Parecia um trovão
    Na escuridão
    Estava aflito

    Pulei noutro astro
    Deixei a pisada
    Ta lá registrada
    Como um mastro

    Luz em ebulição
    Fiquei assustado
    Parece ter entrado
    Noutra dimensão

    Tudo tão diferente
    Um carrossel giratório
    Um som vibratório
    No meu consciente

    Sonho ou realidade
    Não sei precisar
    É um vôo a voar
    Não tem gravidade

    Uma mão me puxou
    Numa frieza gelada
    Não sei mais de nada
    Num novo mundo estou

    Luiz Domingos de Luna | 08-10-2008 - 23:37:16 GMT 1 #

  20. Onda que chora

    Luiz Domingos de Luna
    Procurar na web

    História dos papéis
    O mouse a demarcar
    Palavras que somem
    Mas que vão voltar

    A tela da história
    Um trabalho a postar
    Um instante eterno
    Que não vai durar

    Tudo a voar
    Sempre escrevendo
    De um tempo correndo
    Não pode parar

    Vida sumida
    Na abstração
    Vida já vivida
    Em outra ilusão

    No útero da terra
    Vai transformar
    Onda que passa
    A outro repassa
    Sempre a chorar

    Luiz Domingos de Luna | 27-10-2008 - 19:32:28 GMT 1 #

  21. Onda que chora

    Luiz Domingos de Luna
    Procurar na web

    História dos papéis
    O mouse a demarcar
    Palavras que somem
    Mas que vão voltar

    A tela da história
    Um trabalho a postar
    Um instante eterno
    Que não vai durar

    Tudo a voar
    Sempre escrevendo
    De um tempo correndo
    Não pode parar

    Vida sumida
    Na abstração
    Vida já vivida
    Em outra ilusão

    No útero da terra
    Vai transformar
    Onda que passa
    A outro repassa
    Sempre a chorar

    Luiz Domingos de Luna | 27-10-2008 - 19:33:14 GMT 1 #

  22. A Juventude que lê Luiz Domingos de Luna é saudável, honesta, digna, responsável, ética e acima de tudo intelectualizada, respeitando todas as diversidades de opiniões, sem coronelismo, sem o uso da força, mas na {força viva} do pulsar dos argumentos, sem o brilhantismo dos sábios, mas com a atenção e coerência dos eternos aprendizes.
    O Autor.

    Luiz Domingos de Luna | 27-10-2008 - 19:38:19 GMT 1 #

  23. A Juventude que lê Luiz Domingos de Luna é saudável, honesta, digna, responsável, ética e acima de tudo intelectualizada, respeitando todas as diversidades de opiniões, sem coronelismo, sem o uso da força, mas na {força viva} do pulsar dos argumentos, sem o brilhantismo dos sábios, mas com a atenção e coerência dos eternos aprendizes.
    O Autor.

    Luiz Domingos de Luna | 27-10-2008 - 19:38:54 GMT 1 #

  24. Todas as minhas poesias estão postadas no rascunho digital Coletânea poética Luiz Domingos de Luna. E.E. www.colunadomignos.blogspot.com

    Cordialmente
    Luiz Domingos de Luna

    Boa leitura

    Buscar na internet

    Luiz Domingos de Luna | 31-01-2009 - 15:56:59 GMT 1 #

  25. Paraíso

    Luiz Domingos de Luna
    www.livrodigitalartigosdeluizdomingos.blogspot.com

    Conversei com Eva
    Lá no paraíso
    Não tinha sorriso
    Parecia tristonha
    Não tinha vergonha
    Buscava liberdade
    Não tinha saudade
    Então lhe indaguei
    Qual a dor do seu grito?
    Viver em conflito
    Passar ou não?
    Para a próxima geração

    Luiz Domingos de Luna | 24-03-2009 - 18:00:07 GMT 1 #

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